E Não Sobrou Nenhum
- Cristina Oliveira
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- 9 de jan.
- 1 min de leitura
E Não Sobrou Nenhum, de Agatha Christie

Poucos livros conseguem provocar uma leitura tão compulsiva quanto E Não Sobrou Nenhum. O enredo é envolvente, fluido e extraordinariamente eficiente: a cada capítulo, a tensão cresce e a pergunta martela, quem está por trás dos assassinatos… e quem será a próxima vítima?
A leitura é viciante. O ritmo é rápido, quase hipnótico, impulsionado por capítulos curtos e uma sensação constante de urgência. É o tipo de livro que pede para ser devorado, sem pausas, sem respiro.
Mas o grande mérito da obra vai além do clássico “quem matou”. O que realmente inquieta é a forma como a ideia de justiça é distorcida. Surge a pergunta incômoda, silenciosa e perturbadora: o que acontece quando alguém decide ser juiz, júri e carrasco?
Agatha Christie não oferece respostas fáceis. Ela constrói o cenário e deixa o leitor sozinho refletindo. Um final surpreendente, desconcertante e impossível de esquecer.
⭐⭐⭐⭐⭐
Leia e veja o que você acha! 🥰
Maratona da virada @vivolendothrillers






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