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AS ESPIÃS DO DIA D, KEN FOLLETT
Coragem, espionagem e resistência em uma guerra na qual qualquer erro pode custar vidas. Em As Espiãs do Dia D, Ken Follett nos leva à França ocupada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, em uma trama que mistura espionagem, ação, resistência e escolhas difíceis. A agente britânica Flick Clairet reuniu uma equipe de mulheres para destruir uma importante central de comunicações alemã. O plano é arriscado, o tempo é curto e qualquer erro pode comprometer não apenas a
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Cristina Oliveira
16 de out.


Klara e o Sol, de Kazuo Ishiguro
E se fosse necessário olhar para a humanidade pelos olhos de alguém que não é humano para compreender quem realmente somos? Em Klara e o Sol, Kazuo Ishiguro nos apresenta Klara, uma amiga artificial dotada de uma capacidade de observação impressionante, que aguarda na vitrine de uma loja o momento em que alguém a escolherá para fazer parte de sua vida. Quando é adquirida para acompanhar Josie, uma garota que vive doente, Klara passa a conhecer de perto um universo repleto de
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Cristina Oliveira
12 de out.


O Círculo dos Dias — Ken Follett
Minha primeira leitura de Ken Follett! Em O Círculo dos Dias, o autor constrói uma ficção histórica que mistura personagens cativantes, romance, disputas de poder, religião, violência e, principalmente, a luta pela sobrevivência. A história começa com Seft, um talentoso minerador que percorre a Grande Planície para participar dos rituais do solstício, comercializar pedras e reencontrar Neen, a garota que ama. Follett apresenta uma sociedade dividida entre lavradores, gadeiros
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Cristina Oliveira
6 de out.


Auto da Compadecida, Ariano Suassuna
Uma leitura rápida, divertida e muito mais inteligente do que parece à primeira vista. Escrito em 1955 pelo paraibano Ariano Suassuna, Auto da Compadecida consegue um equilíbrio delicioso entre a tradição popular e a elaboração literária. Em três atos, o autor recria histórias presentes na tradição do cordel e constrói uma peça profundamente marcada pela cultura nordestina, pela religiosidade, pelos tipos populares e pelo humor. E foi justamente isso que mais me surpreendeu:
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Cristina Oliveira
2 de out.


Crime e Castigo, Fiódor Dostoiévski
Bom, para começo de conversa: Crime e Castigo foi um desafio para mim. Foram praticamente três meses de leitura lenta, entre momentos em que fiquei completamente presa à história e outros em que tive a sensação de que ela simplesmente não avançava. Dostoiévski nos apresenta Raskólnikov, um jovem que acredita ser extraordinário o suficiente para estar acima das leis. Ele comete um assassinato para provar sua teoria, mas descobre que é impossível escapar das consequências psico
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Cristina Oliveira
28 de set.


Ainda estou aqui ,Marcelo Rubens Paiva
Há dores que não terminam quando a tragédia acaba. Algumas delas transformam uma vida inteira em luta. Em Ainda Estou Aqui, Marcelo Rubens Paiva não conta apenas a história do desaparecimento e assassinato de seu pai, Rubens Paiva, durante a Ditadura Militar brasileira. Ele conta a história de uma família que precisou aprender a continuar vivendo depois de ser brutalmente atravessada pela violência do Estado. E, no centro dessa história, está Eunice Paiva. Uma mulher de muita
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Cristina Oliveira
19 de set.


Teia de Mentiras , Sophie Stava
A proposta de Teia de Mentiras tinha tudo para funcionar: uma falsa enfermeira, uma família cheia de segredos, manipulação e uma trama que ainda flerta com uma ideia interessante, mulheres no topo e o fim do patriarcado. O problema é que uma boa premissa não sustenta uma história quando a execução não acompanha. E aqui, para mim, não acompanhou. O livro demora demais para acontecer. Enquanto eu esperava a história principal finalmente avançar, recebia uma quantidade enorme de
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Cristina Oliveira
15 de set.


Quando, Carla Madeira
É uma leitura que deixa um nó na garganta ... Primeiro livro que leio da autora, e já entendi por que sua escrita desperta tantos sentimentos. Carla Madeira escreve de forma poética, mas não suaviza a vida. Pelo contrário: sua narrativa é crua, íntima e corajosa. Ela escancara a imperfeição humana e coloca diante de nós personagens que erram, amam, traem, machucam e carregam consequências que nem sempre o tempo é capaz de apagar. Viridiana é mãe de Margarida, Valquíria e Tito
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Cristina Oliveira
9 de set.


O roubo dos pássaros, Christy Lefter
É um daqueles livros que terminam, mas não nos deixam imediatamente. Ficam o desconforto, a angústia e, principalmente, a sensação incômoda de que a realidade apresentada pela autora é muito mais próxima do que gostaríamos de admitir. Ainda mais quando se descobre que foi baseado em fatos reais!!! Ambientado no Chipre (ilha do mar mediterrâneo), o romance acompanha o desaparecimento de Nisha, uma jovem viúva que deixa sua filha, Kumari, no Sri Lanka para trabalhar como empre
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Cristina Oliveira
5 de set.


O Bem-Amado, de Dias Gomes
Que peça fantástica! Sabe aquela leitura que diverte, faz rir e, quando você percebe, está refletindo? Foi exatamente assim com O Bem-Amado. Escrita originalmente em 1962, a peça de Dias Gomes nos leva para Sucupira, uma pequena cidade do litoral baiano, onde o influente Odorico Paraguaçu decide transformar a construção de um cemitério em sua grande plataforma política. Afinal, não é todo dia que um político encontra uma obra pública tão... conveniente para sua carreira. O pr
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Cristina Oliveira
3 de set.


A Carteira, de Francesca Giannone
Itália, anos 1930. Uma pequena aldeia. Uma mulher que se recusa a caber no lugar que lhe foi determinado. Foi assim que conheci Anna, protagonista de A Carteira, de Francesca Giannone, uma personagem que, muito mais do que distribuir cartas, passa duas décadas atravessando histórias, segredos, perdas, amores e transformações. E talvez seja justamente isso que mais me encantou no livro: Anna não é uma heroína extraordinária porque realiza grandes feitos. Ela é extraordinária p
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Cristina Oliveira
27 de ago.


A Correspondente, de Virginia Evans
Uma leitura que me fez rir, me emocionou profundamente e, principalmente, me fez pensar sobre a vida, as escolhas que fazemos e as histórias que carregamos. A protagonista, Sybil van Antwerp, tem 73 anos e uma vida aparentemente comum. Aposentada, ela encontra nas cartas a melhor maneira de se conectar com o mundo e com as pessoas. E é justamente por meio delas que vamos conhecendo suas alegrias, seus medos, seus arrependimentos, suas perdas e suas relações familiares. O form
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Cristina Oliveira
17 de ago.


Sussurros do Passado, de Charlie Donlea
Em Sussurros do Passado, Charlie Donlea constrói um thriller envolvente a partir de uma premissa que, por si só, já desperta curiosidade. No primeiro dia de aula no Instituto Médico Legal, Sloan Hastings é designada para trabalhar com genealogia forense, uma área da ciência que utiliza informações genéticas e registros familiares para auxiliar na solução de crimes. Ao enviar o próprio DNA para análise, porém, Sloan acaba encontrando muito mais do que esperava: uma conexão com
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Cristina Oliveira
13 de ago.


Trevor Noah: Nascido do Crime
Em Nascido do Crime, publicado em 2016, Trevor Noah apresenta muito mais do que a própria história. Conhecido mundialmente por seu trabalho como comediante, o autor constrói uma narrativa que funciona simultaneamente como autobiografia, documento histórico e homenagem à mulher que moldou a sua vida: sua mãe. O título da obra não é uma metáfora. Trevor nasceu em 1984, durante o regime do apartheid na África do Sul, filho de uma mulher negra xhosa e de um homem branco de origem
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Cristina Oliveira
7 de ago.


Os Imortais, de Paulliny Tort
Entre a origem da linguagem e a permanência dos afetos. Os Imortais, de Paulliny Tort, é uma experiência literária singular. Ambientado no período paleolítico, o romance acompanha a trajetória de um clã de neandertais em sua luta constante pela sobrevivência. Cercados pela fome, pelas doenças, pelas intempéries e pelos perigos de um mundo hostil, uma travessia sem destino aparente, guiados pela necessidade de continuar existindo. Após um conflito com outro agrupamento, uma cr
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Cristina Oliveira
30 de jul.


A Paciente Silenciosa, de Alex Michaelides
Alicia Berenson tinha tudo o que poderia ser considerado uma vida perfeita: era uma pintora renomada, casada com um fotógrafo bem-sucedido, e vivia em uma das regiões mais privilegiadas de Londres. Até que, em uma única noite, tudo muda. Alicia atira cinco vezes no rosto do marido e, a partir desse momento, nunca mais pronuncia uma única palavra. Seu silêncio transforma um crime brutal em um dos maiores mistérios da literatura policial contemporânea. Confesso que o início da
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Cristina Oliveira
26 de jul.


Só Sei Que Foi Assim – Octávio Santiago
Uma leitura fluida e acessível, a obra nos conduz por uma investigação histórica que revela como foi construída a imagem do Nordeste no imaginário brasileiro e por que tantos estereótipos ainda permanecem vivos até hoje. Ao longo do livro, o autor parte de perguntas aparentemente simples, mas profundamente necessárias: como nasce um preconceito? Em que momento o Nordeste passou a ser associado ao atraso, à pobreza e à ignorância? E quem se beneficiou da consolidação dessa nar
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Cristina Oliveira
20 de jul.


Belas Imperfeições – Alice Feeney
Com uma atmosfera sombria, personagens cheios de segredos e uma narrativa construída para despertar desconfiança a cada capítulo, o livro entrega um suspense psicológico envolvente, ainda que, para mim, nem todos os elementos tenham funcionado da mesma forma. A história começa quando Grady Green recebe a notícia pela qual esperou durante anos: finalmente se tornou um autor best-seller do New York Times. No impulso de compartilhar sua felicidade, ele liga para a esposa, Abby.
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Cristina Oliveira
18 de jul.


No rastro da mentira, Amy Tintera
No Rastro da Mentira, de Amy Tintera, foi uma daquelas leituras que me prenderam desde as primeiras páginas. Com uma narrativa extremamente fluida, capítulos curtos e um ritmo ágil, é o tipo de suspense que faz a gente querer ler "só mais um capítulo" até perceber que o livro está quase no fim. A história se passa em Plumpton, uma pequena cidade do Texas onde todos conhecem a vida de todos. Lucy e Savvy sempre foram admiradas por todos. Mas tudo muda quando Lucy é encontrada
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Cristina Oliveira
14 de jul.


Ratos e Homens — John Steinbeck
Em pouco mais de cem páginas, o autor constrói uma história profundamente humana, capaz de despertar reflexões sobre amizade, solidão, desigualdade e a eterna busca por uma vida digna. George e Lennie são dois trabalhadores rurais que percorrem fazendas da Califórnia durante a Grande Depressão americana, sobrevivendo de trabalhos temporários. São completamente diferentes: George é pequeno, inteligente e prudente; Lennie, de força descomunal, possui a inocência e a compreensão
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Cristina Oliveira
11 de jul.
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