top of page


O vivível e o invivível
Ler O vivível e o invivível , é uma experiência que exige mais do que leitura, exige presença. É um livro que pede pausa, retorno, quase uma espécie de ruminação intelectual. Em muitos momentos, a sensação foi de estar novamente nos tempos de graduação e mestrado de filosofia, quando cada parágrafo parecia abrir um abismo de reflexão. A obra não se oferece de forma fácil. Sua linguagem é densa, conceitual, profundamente filosófica. Mas é justamente aí que reside sua potência:
-2.jpg/v1/fill/w_320,h_320/file.jpg)
Cristina Oliveira
há 2 dias


Brancura, de Jon Fosse
Brancura , de Jon Fosse Brancura é uma leitura curta, mas profundamente intensa. Um livro que não se preocupa tanto em contar uma história no sentido tradicional, mas sim em criar uma experiência para o leitor. Aqui, temos praticamente uma imersão dos sentidos na literatura. Ao se colocar imerso nas palavras sentimos a brancura, o pretume, o frio, a solidão, o instante da consciência.. A narrativa é fluida, filosófica e introspectiva, movendo-se numa atmosfera que oscila co
-2.jpg/v1/fill/w_320,h_320/file.jpg)
Cristina Oliveira
16 de mar.


Sociedade do Cansaço
Sociedade do Cansaço , de Byung-Chul Han, é um livro que incomoda, e esse talvez seja seu maior mérito. A leitura nos empurra para uma reflexão profunda sobre a lógica da sociedade performática em que vivemos, onde o excesso de cobrança já não vem de fora, mas nasce dentro de nós mesmos. Não há mais um “opressor” claramente definido: nós nos tornamos nossos próprios carrascos. Han argumenta que saímos de uma sociedade disciplinar, baseada em proibições, para uma sociedade do
-2.jpg/v1/fill/w_320,h_320/file.jpg)
Cristina Oliveira
3 de jan.
bottom of page
