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Tudo que deixamos inacabado, de Rebecca Yarros
Misturando romance contemporâneo, drama familiar e narrativa histórica, Tudo que Deixamos Inacabado constrói uma história sobre memória, escolhas, perdas e sobre a forma como algumas pessoas continuam influenciando nossas vidas muito tempo depois de partirem. A trama alterna entre duas histórias: no passado, acompanhamos Scarlett e Jameson em meio aos anos da guerra; no presente, conhecemos sua bisneta Georgia e Noah, o escritor encarregado de concluir o último livro deixado
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Cristina Oliveira
19 de jun.


Não é ela, de Mary Kubica
O que começa como uma viagem tranquila em um resort à beira de um lago se transforma rapidamente em um pesadelo, dando início a um thriller psicológico que me fisgou desde as primeiras páginas. Ele me deixou completamente obcecada em descobrir o que realmente havia acontecido. A história é tão intrigante que acabei devorando o livro em apenas dois dias!! E quando finalmente tudo foi revelado… Jamais teria imaginado aquele desfecho. Foi daquelas reviravoltas que nos fazem enc
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Cristina Oliveira
15 de jun.


O Livreiro de Gaza, de Rachid Benzine
Existem livros que nos obrigam a permanecer em silêncio depois da última página. Baseado em uma história real, o romance reconstrói, em ordem cronológica, a vida de um velho livreiro palestino e, ao mesmo tempo, revisita vários momentos decisivos da história da Palestina, e, por fim, a vida em Gaza. O livro preserva a memória de um povo que há décadas conhece mais a sobrevivência do que a possibilidade de viver em paz. O que mais me impressionou foi a delicadeza com que Benzi
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Cristina Oliveira
12 de jun.


Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves
Ler Um Defeito de Cor é atravessar uma experiência literária que vai muito além da ficção: é encarar de frente a formação do Brasil e suas feridas mais profundas. O livro se impõe como uma verdadeira aula histórica e emocional sobre a escravidão e seus desdobramentos, costurando memória, dor e identidade com uma força rara na literatura brasileira contemporânea. Acompanhamos Kehinde, nascida no início do século XIX em Savalu (atual Benin), cuja infância é interrompida por tra
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Cristina Oliveira
9 de jun.


As Mulheres-Leão de Teerã, de Marjan Kamali
É uma obra que emociona pela realidade que retrata e pela maneira delicada como transforma acontecimentos históricos em experiências profundamente humanas. A história acompanha Ellie e Homa, duas meninas que constroem uma amizade intensa, unidas por sonhos, desejos e expectativas sobre o futuro. Anos depois, já adultas, elas se reencontram em um Irã transformado por profundas mudanças políticas e sociais, onde escolhas, ressentimentos, ciúmes e uma dolorosa traição colocam à
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Cristina Oliveira
8 de jun.


Sem Chance de Adeus, de Harlan Coben
A leitura é fluida e envolvente, como costuma acontecer nos livros de Coben. A narrativa avança com facilidade e desperta a curiosidade, fazendo com que o leitor queira descobrir o que realmente aconteceu e quais mistérios estão escondidos por trás da trama. Em diversos momentos, a história consegue manter o interesse e criar expectativas sobre a revelação final. No entanto, para mim, o livro não entregou o impacto que prometia. Os personagens carecem de carisma e profundidad
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Cristina Oliveira
6 de jun.


Amiga Genial, de Elena Ferrante
Um enredo que conseguiu retratar de forma tão honesta as desigualdades sociais e as dificuldades de ser mulher . A história acompanha Elena e Lila, duas meninas que crescem em um bairro pobre de Nápoles, cercadas por violência, limitações e poucas perspectivas de futuro. Desde cedo, ambas sonham em conquistar uma vida diferente daquela que lhes parece predestinada. No entanto, Ferrante evidencia algo que muitas vezes é ignorado nos discursos sobre meritocracia: talento e inte
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Cristina Oliveira
3 de jun.


Ela Seria o Rei, de Wayétu Moore
Há livros que nos apresentam um povo, uma cultura e uma forma completamente diferente de enxergar o mundo. E esse faz exatamente isso. Foi uma leitura que me marcou tanto pela riqueza de sua construção quanto pelas reflexões que despertou. Acompanhamos as trajetórias de Gbessa, June Dey e Norman Aragon, três personagens unidos por dons, ou maldições, que os tornam diferentes de todos ao seu redor. Cada um carrega uma história atravessada pela dor, pela exclusão, pela violên
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Cristina Oliveira
31 de mai.


Violeta, de Isabel Allende
Eu não estava preparada para ser tão tocada por essa história. Com uma escrita elegante, sensível e profundamente humana, Allende nos conduz pelos cem anos de vida de Violeta del Valle, uma mulher que nasce durante a pandemia da gripe espanhola e morre em meio à pandemia da covid-19, em 2020. Entre esses dois marcos históricos, existe uma vida inteira atravessada por amores, perdas, ditaduras, transformações sociais, paixões arrebatadoras e cicatrizes que moldam não apenas um
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Cristina Oliveira
27 de mai.
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